quarta-feira, 2 de abril de 2014

O ARTISTA

O ARTISTA




O nome artístico é uma homenagem de Gilberto Schmidt da Silva à terra natal, Roque Gonzales, localizado nas Missões, região noroeste do RS, na fronteira com a Argentina, perto do rio Uruguai. Gilberto foi criado nesta cidade sob influências das milongas, vanerões, chamamés, valsas e MPB. Mãe professora, pai músico e granjeiro e uma infância livre e tranquila compunham o cenário deste artista: introspectivo e contemplativo. Assim começa timidamente arranhar um violão e soltar a voz em festinhas.

Aos 18 anos muda-se para Brasília e quando batia a saudade abraçava o violão ou a gaita de botão. Destes encontros começaram a brotar letras e melodias, enquanto se preparava para fazer psicologia. Surgiu então a necessidade do pseudônimo e enquanto procurava algo significativo em sua memória percebeu que, como músico e psicólogo, precisaria muito daquele olhar do Padre Roque. O Beto do Gilberto e o Gonzales da cidade pactuaram sua identidade: Beto Gonzales.

Cantor, compositor e instrumentista, Beto utiliza a música na psicologia (musicoterapia) e a psicologia na música, tentando captar o campo de energia do momento para selecionar o melhor repertório e adora tocar para dançar. “Sinto através da representação física estampada nos olhos e nos movimentos dos dançarinos uma emoção prazerosa e intensa, como se naqueles momentos nada mais existisse, nem o tempo, o calor, o frio, nenhum julgamento, apenas ritmo e harmonia”. Djavan resumiu maravilhosamente: “Cantar é mover o dom”. Complementando; é mover o olhar, a alma e o coração.

Atua em festas particulares e em bares dançantes onde navega num repertório universal: forró, bossas, serestas, samba, etc. Apresenta-se também em Festivais Nativistas, como O Encontro das Águas, em Foz do Iguaçu, PR, na Tríplice Fronteira, que reúne artistas das 3 Pátrias Hermanas, feiras como a Expotchê, em Brasília e outros eventos ligados a cultura latino-americana. Beto Gonzales tem 7 cds solos gravados, todos em Brasília: em 1994 gravou no Zen Stúdio o disco Outra face, com participação de Célia Porto. Em 1998 gravou, também no Zen Stúdio, o cd Sul de mim com participação especial de Renato Borguetti e João Máximo, lançado no Sul pela gravadora USA Discos.

Em 2000 saiu o CD latino Buenos Tiempos, com o bandoneonista Agenor Ramos a presença da velha guarda musical de Brasília, entre eles o saxofonista Madruga, Carlinhos 7 Cordas e o saudoso Primo Peixoto, obra que revisita tangos, boleros e músicas gaúchas. Em 2002 lança pela gravadora Agevê o CD Gaúcho  Cigano, dedicado para a colônia sulista espalhada pelo Brasil. Em 2004 gravou o CD Cancioneiro, com o melhor das músicas latina e norte-americana.

Em 2005, retoma o repertório gaúcho em parceria com o conterrâneo Alfredo Bessow e com compositora mineira Sandra Fernandes e lança pela gravadora ACIT o CD Bem à vontade, onde se permite, juntamente com o sempre companheiro, acordeonista e compositor João Máximo, viajar nas influências adquiridas em contatos com as várias denominações musicais adquiridas em parcerias.

Em 2007, com o paraguaio Roberto Baez, retoma o repertório latino com boleros, chá-chá-chás e rumbas no cd Cantos Hermanos. Beto costuma dizer que usa a música na psicologia e a psicologia na música ao selecionar repertórios que agradem aos ouvintes, e gosta muito de tocar para dançar. Por isso, hoje trabalha juntamente com casais de dançarinos para alegrar e dinamizar os eventos, incentivando o público a se soltar.

Em 2012, cumprindo um antigo anseio, lança cd De Coração, uma obra totalmente instrumental. Capitaneado pelo maestro, pianista e arranjador uruguaio Jorge Cabreira e acompanhado de um time de músicos de primeira – os acordeonistas Toninho Ferragutti e Sivuquinha de Brasília; os violonistas Lucas Araújo e Paulo Coração, de Brasília - Beto considera este o seu disco mais bem elaborado. “Sinto que tive que amadurecer para esta empreitada, pois acredito se tratar da obra mais simples a ao mesmo tempo mais profunda de minha carreira, como se fosse a colheita de todos os caminhos”.

Paralelamente aos trabalhos autorais solo, Beto também dedica-se à participação em antologias, como “Grandes Sucessos do Sul” e exercita sua veia de compositor, como  em um dos seus grandes sucessos, a música “Na onda do xote” feita em parceria com Alfredo Bessow e João Máximo, foi gravado no Recife pelo grupo de forró Maria Fulô, enetre outros, homenageando Luiz Gonzaga e o Catarinense precursor da música gaúcha Pedro Raimundo.





DISCOGRAFIA

DISCOGRAFIA

"Outra Face" (1994)

"Sul de Mim" (1998)

"Buenos Tiempos" (2000), com Agenor Ramos

"Gaúcho Cigano" (2002)

"Cancioneiro" (2004)

"Bem à Vontade" (2005)


"Cantos Hermanos" (2007), com Roberto Baez

"De Coração" (2012)


Participação em Coletâneas

                      "Canta América Latina - Volver a los 17"

Canta América Latina - "Gracias a la vida" 

"20 Grandes Sucessos Gaúchos"

"The Last Season", de Alex Paz
                              

"Gaitas do Sul"

"Planalto Central", de Marcos Mesquita e Banda

"Pampa e Cerrado" (2008) 

                 "Partiu com Saudade", com Banda Maria Fulô

 

EVENTOS

DEPOIMENTOS

DEPOIMENTOS



"A geografia do Rio Grande é marcada de forma indelével pelo sentimento telúrico do missioneiro. As expressões, o modo de proceder do nativo das Missões é marca registrada. Mesmo vivendo longe da querência por longo tempo. Exemplo vivo é Beto Gonzales, radicado em Brasília desde 1983. Beto cultua tradições missioneiras pelo cavalheirismo, pelo dom da poesia e por sua grande paixão, a música. Bom violonista, cantor e executante de gaita ponto, o artista diz textualmente na apresentação do primeiro cd “Outra face” (1996): “As canções têm o poder de mudar o nosso humor, nosso pensamento e nosso dia, unir corações distantes, reacender paixões, iluminar as noites. Desde sempre guardo muitas comigo: de infância, de amores, desabafos e sonhos; por isso, quando ouço um canto amigo,, lembro os amigos de todos os cantos e deixo a minha eterna gratidão aos que me ajudaram a libertar as minhas canções”. Beto Gonzales é o nome artístico de Gilberto Schmidt da Silva, uma mistura de alemão com pêlo duro de muito boa cepa."
ADROALDO STRECK, ex-deputado federal de Porto Alegre, RS


"O talento do Beto precisa, pode e deve ser visto como uma junção de desafios, busca e encontro. Músico gaúcho-missioneiro de ‘formação’, traz raízes que permeiam bem mais do que resquícios de sotaque – mas ao se radicar em Brasília defrontou-se com um novo mosaico e alargou horizontes possibilitando que o ecletismo e o talento também fossem além das antigas fronteiras. Sob o ângulo que for ‘olhado’, Beto é um artista que junta riqueza musical, talento de criador e um timbre de voz que lhe possiblita viajar do ‘gaúcho autêntico’, passando pela latinidade de ritmos até a brasilidade de linguagens e sons. Tudo isso com muita qualidade."
ALFREDO BESSOW, jornalista, compositor e radialista de Brasília, DF


"Conheci Beto Gonzales no final da década de 70, em Roque Gonzales, RS, fronteira com a Argentina, já às voltas com o violão e acompanhando o pai Cantilho, também cantador e instrumentista. Posteriormente trabalhou em Brasília, como funcionário do Banrisul e hoje atua como psicólogo. A capacidade que ele tem de manter a identidade  regional da nossa música, e, ainda assim transitar livremente por outros gêneros é sua grande contribuição para cultura gaúcha.



Sua voz grave e potente destaca-se neste quarto  disco com mais maturidade e sentimento, qualidades também encontra das em suas composições e parcerias que resultam em temas melodiosos e atemporais, frutos de suas raízes sensibilidade e vivências em relações humanas. Junto com Alex Paz, (arranjador, maestro e multinstrumentista) o qual chama de “Hermano” e o grande acordeonista e compositor missioneiro João Máximo, alcançou no terceiro CD - “Sul de Mim” - repercussão internacional, com participação de Renato Borghetti e divulgação da gravadora  do Mercosul - USA Discos.

Em Gaúcho Cigano, Gonzales mantém as parcerias e traz dois expressivos poetas e tradicionalistas gaúchos radicados em Brasília: Jorge Duarte Webber e João Francisco Yong Petroceli. Minha mudança para Brasília coincidiu com a vinda deste xirú, fato que mantém nossa amizade com muita força. Quando falo em músico de respeito, falo em Beto Gonzales, pela humildade, fidelidade com seus propósitos e pelo conceito de verdadeiro
cantor, compositor e instrumentista."
NERI RADER, empresário de Brasília, DF


"Beto Gonzales  é, antes de mais nada, um admirador da alma humana. Seu trabalho é recolher emoções, sentimentos e  idéias que ele procura reinterpretar com a linguagem do  violão. Sua música cresce e amadurece com ele próprio, recriando-se, aperfeiçoando-se  e refinando-se na medida em que, dia a dia, as pequenas peças do quebra-cabeças da existência humana vão-se encaixando e deixando vislumbrar, pouco a pouco,  a plena paisagem do amor, tema maior de sua canção."
SANDRA FERNANDES, cantora e compositora de Brasília, DF


 
"Um estilo que mata a saudade do amigo Leopoldo Rassier. Com talento e requinte, ele compõe e interpreta as coisas do Rio Grande como se a música fosse uma mulher vaidosa que precisa ser tratada com muita delicadeza. Receita perfeita para os amantes da música gaúcha de raiz mais refinada.
E o melhor: mesmo morando em Brasília desde 1983, Beto Gonzales transmite em sua música um grande amor por sua terra, mostrando que a cultura de seu povo tem mais morada em seu peito do que os hábitos modernos do centro do país.
Que a sua música se torne conhecida de todos os gaúchos, por seu encantamento e dedicação com a nossa cultura.”
MARA ALICE GIANASTASSI
divulgadora de eventos e amiga de Porto Alegre, RS


"Minha parceria com o Beto Gonzales é muito produtiva. Ela iniciou em 1997, quando o Beto desenvolveu um projeto de gravar um cd de composições ao estilo missioneiro, que ele, apesar de estar morando há mais de três décadas em Brasília, domina muito bem. Faltava a ele um parceiro que o acompanhasse neste projeto, dentro dessa linha musical missioneira. Então, ele me fez o convite para conhecer Brasília começar a desenvolver este seu projeto, que resultou no cd "Sul de Mim", com participação de Renato Borghetti. A ideia deu certo e a parceria continuou em outros dois trabalhos, o cd "Gaúcho Cigano", em 1999, e o cd "Bem à vontade", de 2002, onde uma música nossa, um forró chamado "Na onda do xote" estourou no centro e nordeste do país, sendo gravada por outras bandas. É uma honra ser parceiro de composições e amigo deste grande músico e instrumentista e compositor que é Beto Gonzales."
JOÃO MÁXIMO
instrumentista e compositor de São Luiz Gonzaga, RS

   


MÚSICAS









LETRAS

Letras de Beto Gonzales

1- Pacto com o Bicho
(Beto Gonzales)

Viivemos no mesmo barco
ao mesmo tempo e no mesmo rio
podemos sorrir ou chorar
se entregar aos problemas
ou enfrentar os desafios
mas quando não reagimos
sofre até quem não merece
por isso não fuja não desapareça
que nem sempre o bicho tem sete cabeças

Se correr, se ficar
o bicho pega, o bicho come
mas seja homem e no capricho
faça um pacto com o bicho

O mundo tá complicado
pra se ter paz e tranquilidade
e no aperto financeiro
o próprio dinheiro
nos tira a liberdade
mas quando não reagimos
sofre até quem não merece
por isso não fuja, não desapareça
que nem sempre o bicho te sete cabeças


2) Bonfim
(Beto Gonzales)

“Tava” aberto aquele rancho
mesmo que fosse feriado
mesmo distante do pago
ele se sentia em casa
na churrasqueira em brasas
ia acendendo  o palheiro
preparando o rancho pra festa
Bonfim, velho companheiro

Enquanto dourava a costela
vinha chegando a moçada
Dona Yolanda na cozinha
ia preparando os queijos
e a galinha desossada
pra servir com carreteiro
lembranças que dão  saudades
Bonfim, velho companheiro
Lá vi namoro que deu casamento
viciado em cachaça que acabou em cana
eu na rancheira bem entretido
era um encanto a prenda Juliana

Bem no meio do fandango
com uma lista, num instante
falava o Fioravante
Este encontro tem porquê
por amor à  tradição
vamos fundar um CTG
patrão de honra assina primeiro
era o Bonfim, velho companheiro

Quando floreio a gaita de botão
toco a  saudade pra relembrar
e a  saudade também me toca
Bonfim herdou a hospitalidade
daquela gente de Bossoroca


3) Bugio Grã-fino

(João Francisco Y. Petroceli, Beto Gonzales & João màximo)

O bugio virou grã-fino
porque sempre sonhou alto
abandonou a Querência
pelos pagos do Planalto
renegou a natureza
trocando o clima da Pampa
Passeios de galho em galho
pelos desfiles da Rampa

Tá na mídia nacional
e todo mundo conhece
nas transações importantes
da comissão não esquece
e assim o bugio se faz
mais sábio do que parece

Esqueceu chapéu e o lenço
a bombacha e a alpargata
trocou a pilcha campeira
por palitó e gravata
hoje o bugio é famoso
respeitado na esplanada
tem amigos de alta classe
e umas duas namoradas


4) Velho Amigo
(Beto Gonzales)

Amigo o meu dia-a-dia
com tua companhia era tão melhor
era a mesma esperança
os mesmos sonhos, o mesmo suor
roda da vida, roda do tempo
girando nossos corações
por alegrias e lamentos
tantos acertos, tantas ilusões

Velho amigo, lembra de nós
daquelas crianças procurando entender
o sentido do mundo ao redor
mas ainda é tempo de viver e reviver

Nossa amizade rima com saudade
e a vida pede tanta urgência
mas caro amigo, vou te rever então
quando voltar pra Querência


7) Tiarajú
(Jorge Duarte  Webber e Beto Gonzales)

Parte de mim é guitarra
rancheira da cigarra
parte de mim é tapera
sombra do que era

As vezes sou alegria
arroio de emoções
noutras monotonia
brete de solidões

as vezes sou luz de fogões
e calor na noite fria
noutras mormaço do meio-dia
cinza morta dos tições

As vezes sou mágoas de amores
prisioneiro dos meus defeitos
noutras sou um homem de luz
que vive um amor perfeito

As vezes viro tristeza
sem horizontes nem fé
noutras sou forte e valente
sou esperança, sou Sepé
10) Rumbanera
(Beto Gonzales)

Canto esta rumbanera
e uma verdade
o sol da minha paixão
nasce em ti
deixo a vida cigana
e a liberdade
quero ser teu porto
tua saudade
quero dar um passo
rumo a esperança
quero acreditar nessa emoção
quero o teu rio de águas mansas
prende este cigano
no teu coração

Ai! morena, baila morena
a vida pode ser curta
mas não pode ser pequena
Ai!  morena, baila morena
vanera da minha terra
com tua rumba buena...



3) Gaúcho Cigano
(Beto Gonzales)

Já “ tô” indo embora, pouco vou levar
 e agora é tarde até pra chorar
já tentei de tudo amor,
mas não deu em nada
nesta madrugada estarei bem longe daqui
e quem sabe um dia
verá de novo este guri

Me prendeu demais dizendo que era amor
tinha minha presença sem me dar valor
por isso que busco mais liberdade
pra saber viver tenho que entender
da brisa e da tempestade

O melhor de mim semearei nos caminhos
lembranças, poesias, amizade e carinho
cantador de sonhos e realidades
pra saber viver tenho que aprender
a encontrar minhas verdades


11) Amanda
(Beto Gonzales e Alex Paz)

Não foi preciso roubar uma estrela
ela estava em mim
brilhando em silêncio
esperando o momento
exato de ser... Amanda
Pequenina mulher
de grandeza infinita
dá um sabor
de eterno a todo instante
guarde a semente
nossa vida, nossa voz
nosso sonho em teu sorriso
nosso mundo em tuas mãos

Amanda receba esse canto
como um manto de amor
Amanda é teu esse canto
esse tanto de amor

VÍDEOS

LINKS DE VÍDEOS BG



"De coração"
Participação José Cabrera (teclado) e Lucas Araújo (violão solo)


"Roquegonzalense"
Participação de Tiago Rossato (Arranjo, Gaita Ponto e Violão), Alex Paz (Zampoña, Edição e Montagem), Beto Gonzales (Voz e Violão), Edilson Maciel da Silva &, Carmem Kochhann (Studio K - Filmagens e fotos em Roque Gonzales), Álvaro Cunha (Filmagens no America Studio)


"Tio João"
Voz: Beto Gonzales, Voz: Monycah Ramos, Piano: José Cabrera, Violão: Lucas Araújo, Percussão: 
Rafael




FOTOS

FOTOS

Encontro das Águas - Foz do Iguaçu 2015


Interpretando "Rio Coração", terceiro lugar Tema Principal


Com o poeta e pajador Cristiano Bremm e amigos


"Encontro das Águas" - Foz do Iguaçu, 2013


Vencedor Canção Tema Livre, com Rogério Knorst, de Ijuí, RS

Com artistas e amigos de Roque Gonzales e Foz do Iguaçu, PR



"Encontro das Águas" - Foz do Iguaçu, 2012

Com o troféu de 2.lugar na categoria Música Tema Principal,
com Cristiano Bremm, 2. lugar na Categoria Poesia Tema Livre
Junto com Cristiano Bremm, Julio Ribas, Adriano Reisdorfer,
Marco Marques e o cantor Jorge Guedes, de São Luiz Gonzaga

Com Appolinário Quiroz Filho, vencedor nas categoria Poesia

Tertúlia livre durante o Festival Encontro das Águas, em Foz


Apresentação com o acordeonista Negro Lelé, de Foz do Iguaçu


FOTOS DIVERSAS


No estúdio em Brasília, durante gravação de "Sul de Mim"


Com o gaiteiro Renato Borghetti e o instrumentista Alex Paz

Tocando com o bandoneonista Agenor Ramos (in memoriam) 


 Com Gilberto Monteiro e João Máximo, em Porto Alegre, RS,
durante gravação do Galpão Crioulo, da RBSTV

Em estúdio, com Renato Borghetti e Alex Paz, em Brasília


Em Porto Alegre, com os conterrâneos de Roque Gonzales


Cantando para a saudosa Vó Manuela


Show com João Máximo e Aline Zimmer, Roque Gonzales, RS





BG e o Grupo Os Macanudos, em Brasília DF

Grupo Os Macanudos: Beto Gonzales, Régis Torres, Monicah Ramos,
Hélio Ribas e Cirilo Ramos (in memoriam) 



Show em homenagen a Atauhalpa Yupanqui, Brasília, DF




Apresentações no lendário Bar Tchê, em Brasília, DF




Apresentações na Expotchê, em  Brasília - DF


Com Agenor Ramos (in memoriam)
Com o grupo folclórico Os Macanudos
Com Hélio Ribas, durante a Expotchê, em 2005

Apresentação de "Rebanho de Sonhos", música Finalista da 
VII Comparsa da Canção de Pinheiro Machado, RS