quarta-feira, 2 de abril de 2014

DEPOIMENTOS

DEPOIMENTOS



"A geografia do Rio Grande é marcada de forma indelével pelo sentimento telúrico do missioneiro. As expressões, o modo de proceder do nativo das Missões é marca registrada. Mesmo vivendo longe da querência por longo tempo. Exemplo vivo é Beto Gonzales, radicado em Brasília desde 1983. Beto cultua tradições missioneiras pelo cavalheirismo, pelo dom da poesia e por sua grande paixão, a música. Bom violonista, cantor e executante de gaita ponto, o artista diz textualmente na apresentação do primeiro cd “Outra face” (1996): “As canções têm o poder de mudar o nosso humor, nosso pensamento e nosso dia, unir corações distantes, reacender paixões, iluminar as noites. Desde sempre guardo muitas comigo: de infância, de amores, desabafos e sonhos; por isso, quando ouço um canto amigo,, lembro os amigos de todos os cantos e deixo a minha eterna gratidão aos que me ajudaram a libertar as minhas canções”. Beto Gonzales é o nome artístico de Gilberto Schmidt da Silva, uma mistura de alemão com pêlo duro de muito boa cepa."
ADROALDO STRECK, ex-deputado federal de Porto Alegre, RS


"O talento do Beto precisa, pode e deve ser visto como uma junção de desafios, busca e encontro. Músico gaúcho-missioneiro de ‘formação’, traz raízes que permeiam bem mais do que resquícios de sotaque – mas ao se radicar em Brasília defrontou-se com um novo mosaico e alargou horizontes possibilitando que o ecletismo e o talento também fossem além das antigas fronteiras. Sob o ângulo que for ‘olhado’, Beto é um artista que junta riqueza musical, talento de criador e um timbre de voz que lhe possiblita viajar do ‘gaúcho autêntico’, passando pela latinidade de ritmos até a brasilidade de linguagens e sons. Tudo isso com muita qualidade."
ALFREDO BESSOW, jornalista, compositor e radialista de Brasília, DF


"Conheci Beto Gonzales no final da década de 70, em Roque Gonzales, RS, fronteira com a Argentina, já às voltas com o violão e acompanhando o pai Cantilho, também cantador e instrumentista. Posteriormente trabalhou em Brasília, como funcionário do Banrisul e hoje atua como psicólogo. A capacidade que ele tem de manter a identidade  regional da nossa música, e, ainda assim transitar livremente por outros gêneros é sua grande contribuição para cultura gaúcha.



Sua voz grave e potente destaca-se neste quarto  disco com mais maturidade e sentimento, qualidades também encontra das em suas composições e parcerias que resultam em temas melodiosos e atemporais, frutos de suas raízes sensibilidade e vivências em relações humanas. Junto com Alex Paz, (arranjador, maestro e multinstrumentista) o qual chama de “Hermano” e o grande acordeonista e compositor missioneiro João Máximo, alcançou no terceiro CD - “Sul de Mim” - repercussão internacional, com participação de Renato Borghetti e divulgação da gravadora  do Mercosul - USA Discos.

Em Gaúcho Cigano, Gonzales mantém as parcerias e traz dois expressivos poetas e tradicionalistas gaúchos radicados em Brasília: Jorge Duarte Webber e João Francisco Yong Petroceli. Minha mudança para Brasília coincidiu com a vinda deste xirú, fato que mantém nossa amizade com muita força. Quando falo em músico de respeito, falo em Beto Gonzales, pela humildade, fidelidade com seus propósitos e pelo conceito de verdadeiro
cantor, compositor e instrumentista."
NERI RADER, empresário de Brasília, DF


"Beto Gonzales  é, antes de mais nada, um admirador da alma humana. Seu trabalho é recolher emoções, sentimentos e  idéias que ele procura reinterpretar com a linguagem do  violão. Sua música cresce e amadurece com ele próprio, recriando-se, aperfeiçoando-se  e refinando-se na medida em que, dia a dia, as pequenas peças do quebra-cabeças da existência humana vão-se encaixando e deixando vislumbrar, pouco a pouco,  a plena paisagem do amor, tema maior de sua canção."
SANDRA FERNANDES, cantora e compositora de Brasília, DF


 
"Um estilo que mata a saudade do amigo Leopoldo Rassier. Com talento e requinte, ele compõe e interpreta as coisas do Rio Grande como se a música fosse uma mulher vaidosa que precisa ser tratada com muita delicadeza. Receita perfeita para os amantes da música gaúcha de raiz mais refinada.
E o melhor: mesmo morando em Brasília desde 1983, Beto Gonzales transmite em sua música um grande amor por sua terra, mostrando que a cultura de seu povo tem mais morada em seu peito do que os hábitos modernos do centro do país.
Que a sua música se torne conhecida de todos os gaúchos, por seu encantamento e dedicação com a nossa cultura.”
MARA ALICE GIANASTASSI
divulgadora de eventos e amiga de Porto Alegre, RS


"Minha parceria com o Beto Gonzales é muito produtiva. Ela iniciou em 1997, quando o Beto desenvolveu um projeto de gravar um cd de composições ao estilo missioneiro, que ele, apesar de estar morando há mais de três décadas em Brasília, domina muito bem. Faltava a ele um parceiro que o acompanhasse neste projeto, dentro dessa linha musical missioneira. Então, ele me fez o convite para conhecer Brasília começar a desenvolver este seu projeto, que resultou no cd "Sul de Mim", com participação de Renato Borghetti. A ideia deu certo e a parceria continuou em outros dois trabalhos, o cd "Gaúcho Cigano", em 1999, e o cd "Bem à vontade", de 2002, onde uma música nossa, um forró chamado "Na onda do xote" estourou no centro e nordeste do país, sendo gravada por outras bandas. É uma honra ser parceiro de composições e amigo deste grande músico e instrumentista e compositor que é Beto Gonzales."
JOÃO MÁXIMO
instrumentista e compositor de São Luiz Gonzaga, RS

   


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